1. Não importa o quanto se sinta aprisionado (a) em seu atual emprego, você se sentiria desleal se fizesse uma entrevista em outra empresa?

        A) Sim
        B) Não
      
 

 

2. Você se sente horrorizado (a) quando ouve falar que seu chefe prometeu algo e não cumpriu?

        A) Sim.
        B) Não.
       

 

3. Você expressará sempre seus pensamentos, mesmo quando souber que seus pontos de vista são controversos?

        A) Sim.
        B) Não.
       

 

4. Suas amizades com os colegas de trabalho são mais importantes que suas ambições, e espera que eles sintam o mesmo em relação a você?

        A) Sim.
        B) Não.
       

 

5. Fica sempre chocado com o que as pessoas fazem para subir dentro de uma empresa?

        A) Sim.
        B) Não.
       

 

6. Várias vezes viu os egomaníacos e falastrões conseguirem todos os aumentos e promoções. As pessoas são recompensadas por motivos que lhe parecem injustos?

        A) Sim.
        B) Não.
       

 

7. Você crê que se trabalhar duro e ficar quieto sem se queixar será recompensado. Só que parece que está demorando um pouco para chegar essa tal recompensa?

        A) Sim.
        C) Não.

 

8. Você nunca faria algo que magoasse outra pessoa, mesmo que isso o ajudasse a progredir na empresa?

        A) SIm.
        B) Não.
       

9. Jogar a política do escritório é repulsivo para você?

        A) Sim.
        B) Não.
 

10. Você sempre age por razões de princípio, não por razões de natureza prática?

        A) Sim.
        B) Não.
       

 

 

 

RESULTADO ::

 

Se você respondeu Verdadeiro à maioria dessas afirmações, pode estar sofrendo da Síndrome do Bom Menino/Boa Menina. O que as outras pessoas chamam de estratégia de carreira, o bom menino chama de comportamento amoral e egoísta. Seu pai lhe ensinou a ser um bom menino? A tirar notas boas e a não se meter em encrencas? Certo, só que seu chefe não é seu pai, seus colegas de trabalho não são seus amiguinhos de escola. E até que você perceba isso, poderá ser vitimado e frustrado por um sistema que esmaga exatamente os bons meninos.

Para se livrar desta síndrome, você tem de começar a ver suas relações de trabalho de maneira diferente. Não espere que seus colegas de trabalho o amem como sua família. Do mesmo modo que você paga à lavanderia pelo serviço dela, seu chefe lhe paga por seus serviços. Geralmente você é avaliado por ele e pelos outros por sua capacidade para prestar esses serviços.

Você pode se sentir desconfortável diante da noção de que o trabalho nada mais é do que troca de dinheiro por serviços. Pode sentir que irá contra suas crenças se usar uma personalidade diferente no trabalho. É só encarar a situação como uma espécie de desempenho de um papel. Você revela os aspectos de sua personalidade que reforçam sua imagem de bom profissional. O resto de sua personalidade? Guarde para si mesmo e para sua família e amigos. É mais um processo de escolher o que mostrar do que um compromisso.

Suas necessidades e ambições são tão importantes quanto as de qualquer um. Treine-se para expressar seus pensamentos quando quiser algo.

Pratique o pensamento de que suas habilidades profissionais são recursos que valem dinheiro para mais de uma empresa. Guarde segredos. Não revele o que sabe, a menos que planeje trocar a informação por algo que precisa. O que você sabe lhe pertence.

Não minta, mas diga o menos possível. Prefira escutar. Não espere que seus colegas de trabalho se preocupem com você. Assim, quando eles o fizerem, você terá uma grata surpresa.

E, por fim, continue a procurar por oportunidades de ajudar os outros. Se tiver uma informação que vai beneficiar alguém mais, passe-a adiante - depois de constatar que não prejudicará ninguém nem quebrará a confiança se revelar.

Um meio de formar alianças e conseguir lealdade é preocupar-se com os outros. Isso é política, só não é o tipo sujo e implacável de política.

 

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